Rosa acordou antes do despertador.
Pegou o celular na mesa de cabeceira: 5h30. Ao lado, Rogério dormia tranquilo, virado de lado, como se o mundo não tivesse contas nem cobranças. Rosa se levantou devagar, com o cuidado de quem aprendeu a não fazer barulho — não por medo de acordá-lo, mas por hábito.
Era sábado. Ele não trabalharia. Podia dormir até tarde.
Rosa se trocou, fez café, deixou tudo adiantado. Hoje era dia de faxina, e ela precisava chegar cedo. Depois ainda tinha o buffet. Um dia in