– O que? Não! – Um sorriso. – Isso não é verdade. Você diz para me atingir. – Mas o sorriso se desfez. Sia olhou para o Sebastian e soube que era verdade no mesmo instante. Qualquer tortura naquele lugar seria melhor que isso. – Não tem como ser verdade. Eu acabei com ela. Eu... Eu... – Os olhos perdidos nos próprios pés. A mulher se levantou, com as mãos na cintura, ela andava pela sala.
– Não se preocupe, eu mandarei uma carta avisando quando meu filho nascer. Tenho certeza de que vou esta