— Você não tem por acaso uma amiga chamada Valéria, tem? — George esboçou um sorriso quase imperceptível, manipulando Isabelly com precisão.
Isabelly engoliu em seco e imediatamente se endireitou, com uma expressão séria:
— Não. — George arqueou uma sobrancelha, prestes a guardar o cartão de volta no bolso, quando Isabelly agarrou seu pulso, animada, dizendo. — Mas eu posso criar uma Valéria.
Ela estendeu ambas as mãos, com cuidado tirou o cartão preto das mãos de George e o enfiou dentro de seu