Jaqueline de repente agarrou a manga de Nádia, chacoalhou ela com força e, desesperada, balançou a cabeça, murmurando silenciosamente com os lábios:
— Pergunte a ele quando ele estará livre, você pode esperar.
O canto da boca de Nádia tremeu, ela tossiu secamente e apagou o cigarro que segurava na mão:
— Então, quando você estará livre? Não pode estar sempre ocupado.
— Estou sempre ocupado, não tenho tempo.
A recusa impiedosa fez Nádia franzir levemente as sobrancelhas, sentindo uma pontada de d