Donatella Romanova
O clube da Bratva era um universo à parte, um mundo onde poder e decadência se encontravam em um equilíbrio perfeito. O prédio imponente, de fachada escura, erguia-se como uma fortaleza no coração da cidade. Ao entrar, fui imediatamente envolvida por um calor abafado, o cheiro de perfume caro e fumaça de charuto misturando-se ao som pesado da música eletrônica que fazia as paredes vibrarem.
As luzes eram difusas, em tons de vermelho e dourado, lançando sombras sensuais nas pa