Gabriel Monteiro não faz nada na impulsividade. Nem para si mesmo.
POV GABRIEL
Eu a encaro, a respiração presa na garganta. A palavra "nós" ainda ecoa, um sino estridente na minha mente. Ela me vê como um aliado, um parceiro nessa farsa. E, por um instante, eu me permito sonhar com um "nós" de verdade, um que não seja ditado por cláusulas contratuais ou pressões judiciais. A imagem dela, sentada na cama, com os cabelos desgrenhados e o rosto ainda um pouco inchado, mas com uma determinação feroz nos olhos, me desarma. Ela é linda. Não a beleza polida e calcula