O silêncio que se seguiu ao grito dela era mais ensurdecedor que o barulho de um fuzil. A mãe da Ive se afastou, as forças sumindo, e desabou na beira da cama. Ela me olhou com um vazio que eu nunca tinha visto em ninguém, um olhar de quem já tinha atravessado o inferno e não encontrou a saída.
— Por que você não me deixou morrer naquela sala? — Ela perguntou, a voz agora num sussurro quebrado. — Por que me trouxe para cá? Eu não tenho mais nada, rapaz. Nada! Minha única filha sumiu no mundo ca