A madrugada na zona sul era silenciosa demais, um contraste irritante com o barulho constante do Asfalto. Pulamos o muro dos fundos, o atrito das botas no concreto parecendo um trovão no silêncio da mansão. Por um triz, a lanterna de um segurança não varreu nossas cabeças. Ficamos imóveis, colados na parede, até o guarda passar.
— Limpo — sussurrou JP, a peça em punho.
Entramos por uma janela lateral. A casa do Douglas cheirava a museu e a mofo, um vazio que não combinava com o poder que aquele