— Qual é o meu papel aqui? — perguntei, sentindo a dor em meu peito se expandir de maneira sufocante.
Fukui pareceu surpreso com a minha pergunta, lançando um olhar hesitante para o pai, como se buscasse orientação. Foi um pequeno prazer vê-lo perder o sorriso habitual.
— Seu papel? — repetiu Gojou, agora completamente focado em mim. Encarei-o com firmeza, tentando decifrar a expressão pensativa que ele mantinha enquanto descansava o polegar e o indicador sob o queixo. Uma voz interna me alerta