Durante esse período, Carolina foi cruelmente castigada. Não tinha o suficiente para comer, nem conseguia dormir direito. Tudo o que havia feito com Giovana retornou para ela, multiplicado inúmeras vezes.
Encolhida no porão, tremendo de frio e medo, ela mal reagiu quando a porta se abriu e a luz invadiu o ambiente. Só quando Samuel entrou é que ela voltou a si, como se despertasse de um pesadelo. Desesperada, rastejou até ele como quem encontra uma tábua de salvação e o abraçou com força.
— Samu