Assim que fechou a porta do apartamento, Nathália sentiu tudo o que vinha segurando desabar.
Foi direto para a cozinha.
Pegou uma taça de vinho.
Bebeu de uma vez.
Serviu outra, voltou para a sala e se deixou cair no sofá, o corpo pesado, a mente acelerada demais para descansar.
Não demorou para a campainha tocar.
O coração dela disparou.
Não pode ser ele.
Quando abriu a porta, encontrou cinco rostos conhecidos.
Eloise.
Sofia.
Laís.
Emma.
Alana.
— O que vocês fazem aqui? — Nathália perguntou, surpresa.
Emma foi a primeira a responder, entrando sem cerimônia.
— O Thiago me contou o que aconteceu.
As outras entraram atrás, fechando a porta. Nathália voltou para o sofá, levando a taça à boca.
— Não tem nada demais. — disse, tentando soar indiferente. — Eu e ele não temos nada.
Eloise cruzou os braços.
— Para de se fazer de forte.
Sofia sentou ao lado dela.
— Isso. Somos suas amigas. Você não precisa fingir aqui.
— Tá tudo bem estar magoada. —