Thiago entrou no quarto, Emma já estava acordada.
O efeito da anestesia tinha passado quase completamente.
O rosto ainda estava pálido, mas os olhos estavam mais conscientes.
Ela estava sentada na cama, encostada nos travesseiros.
Thiago fechou a porta devagar.
— Como você está? — perguntou, aproximando-se.
Emma deu de ombros.
— Viva.
Ele sorriu pequeno.
Sentou-se na cadeira ao lado da cama.
Por alguns segundos, nenhum dos dois falou.
O silêncio não era desconfortável.