O telefone tocou cedo demais.
Sofia ainda estava entre o sono leve e a vigília quando estendeu a mão, tateando a mesa de cabeceira.
— Alô… — a voz saiu rouca.
— Bom dia, doutora Sofia. — a voz de Alana veio controlada, profissional demais para aquele horário.
Sofia sentou-se na cama no mesmo instante.
— O que aconteceu?
Houve um breve silêncio do outro lado da linha.
— Está começando a circular uma matéria. Nada conclusivo, mas… seu nome já começou a ser citado de forma indireta.