Alana ficou parada dentro do carro por vários minutos depois que deixou o estacionamento da cafeteria. As mãos ainda tremiam, o peito doía e, por mais que tentasse se convencer de que estava certa, aquilo não diminuía a sensação horrível que havia ficado.
Porque a verdade era simples.
Ela tinha machucado Enzo.
Mas também estava machucada.
Respirou fundo algumas vezes antes de pegar o celular. Abriu o grupo das meninas e digitou apenas uma mensagem:
-> "Preciso beber. Alguém pode me aco