Enzo continuava sentado na beirada da cama quando a porta do banheiro se abriu novamente.
Alana voltou devagar para o quarto. Os olhos evitavam os dele e as mãos permaneciam inquietas ao lado do corpo. Ela parou perto da cômoda e respirou fundo várias vezes antes de finalmente criar coragem para falar.
— Desculpa... Eu...
As palavras morreram antes mesmo de terminarem.
Enzo levantou imediatamente. Não havia irritação no rosto dele, nem frustração ou impaciência. Apenas preocupação. Caminhou até