Na segunda-feira pela manhã, Sofia bateu duas vezes na porta de madeira escura.
— Entra. — a voz firme de Dante soou do outro lado.
Ela abriu a porta e a fechou atrás de si.
— Bom dia, doutor Dante.
Ele ergueu os olhos por cima dos óculos e arqueou uma sobrancelha.
— Já falei que não precisa do “doutor”, Sofia.
Ela sorriu de leve.
— Força do hábito. Ainda não me acostumei a ter Dante Siqueira como meu mentor.
Dante riu, recostando-se na cadeira.
— Se acostume. Do jeito que a