Caminhei pelo corredor de forma sorrateira. O segundo andar era um labirinto de portas fechadas, cada uma guardando seus próprios segredos.
O escritório da Elisabetta ficava no final do corredor, uma porta de madeira escura. Olhei para os lados,com a sensação de estar sendo observada. Era ridículo, eu sabia, mas a paranoia era uma companheira constante.
Lembrei-me do dia no clube de tiro, da conversa com a Betta. "No meu escritório. Última gaveta da mesa, à esquerda." A frase ecoava na minha c