O sol pálido já atravessava as cortinas quando abri os olhos. A luz fria de inverno entrava em faixas suaves pelo quarto, contrastando com o calor constante do aquecimento.
Lorenzo ainda dormia ao meu lado. A pele quente sob a minha mão, o braço pesado sobre minha cintura, me mantendo ali como se o mundo pudesse esperar mais um pouquinho.
Observei seu cabelo bagunçado, a barba sombreando o maxilar, a respiração calma.
O mesmo homem que horas antes era puro furacão agora dormia sereno, preso a