O monitor cardíaco marcou outro pico leve. Nada abrupto, apenas o suficiente para que Camille endireitasse a coluna, como se cada célula do corpo dela tivesse sido puxada por um fio invisível até ele.
A pálpebra dele tremeu de novo. Desta vez… mais forte.
A respiração mudou, irregular, como alguém tentando atravessar um nevoeiro denso demais para entender onde está. Camille levantou-se sem perceber, as mãos suspensas no ar presas entre o impulso de tocá-lo e o medo de quebrá-lo.
— Adam… chamou,