O silêncio da Alice se arrastava, uma sombra pesada que pairava entre nós.
Cada dia que passava era uma nova batalha, e, apesar de meus esforços, eu mal conseguia arrancar um sorriso do rosto da menina.
Levá-la a lugares que prometiam diversão — parques, museus, até o zoológico — se tornava um ritual amargo.
Não importava o que eu fizesse, Alice permanecia imersa em seu próprio mundo, grudada ao seu ursinho como se ele fosse a única proteção contra a realidade.
A cada risada de outra