O sol se punha lentamente no horizonte, tingindo o céu de um tom dourado que, em tempos normais, teria trazido alegria ao meu coração.
Mas hoje, aquela beleza parecia apenas uma lembrança amarga do que eu havia perdido.
Sentada na varanda, observando as cores se misturarem, não pude evitar que as lágrimas escorressem pelo meu rosto.
A saudade de Isaías era um peso constante, um eco que preenchia os vazios da minha vida.
Cada canto da casa parecia lembrar-me dele: o cheiro do café que ele faz