Eu só queria um pouco de paz.
Mas, ultimamente, isso parecia impossível com a presença constante – e sufocante – de Fernanda.
Se ela não estava ligando, estava mandando mensagens.
E, quando não respondia, era capaz de aparecer na minha porta sem o menor aviso.
Era como se ela se alimentasse das minhas reações de irritação e cansaço, sempre pronta para criar uma nova cena.
Hoje, acordei com o som da campainha.
Abri a porta e, claro, lá estava ela: toda produzida, com um sorriso forçado e um