Isaías me observava, os olhos intensos, quase como se estivesse tentando desvendar o que aquelas palavras significavam para mim. Talvez ele visse algo que nem eu ainda entendia completamente.
— Pequenos gestos... — ele repetiu, como se mastigasse a ideia, absorvendo-a. Sua expressão suavizou, mas ainda havia algo ali, uma sombra que não se dissipava.
— Às vezes, são esses gestos que seguram tudo no lugar.
Assenti levemente, engolindo em seco. <