— Tem uma mulher... — começo, a voz mais baixa. E só isso... Já é mais do que eu gostaria de admitir.
— Ela veio me enfrentar... por causa da criança.
Minha voz sai mais dura do que eu esperava. Breno franze a testa imediatamente.
— Que mulher é essa? — ele se inclina um pouco na minha direção. — E essa criança... é a filha da sua irmã?
Engulo seco. Só de falar já me irrita.
Já me expõe.
Mas Breno...Sempre foi um dos poucos que não recuaram diante do que eu me tornei.
— A mulher é uma louca —