Isabela
Na manhã seguinte, o sol parecia zombar da confusão dentro dela.
A luz entrava sem pedir licença, mas seu corpo permanecia inquieto, como se a pele ainda carregasse o toque de Valentina… e o peso dos olhos de Leonardo.
Ela encarava o próprio reflexo no espelho. Havia algo diferente ali. Os olhos estavam mais escuros, não de cansaço, mas de intensidade.
De escolhas.
Naquela noite, ela tinha sentido o gosto da liberdade e o veneno da tentação.
E agora sabia: não poderia mais viver p