Não demora muito para que eu sinta as mãos de Vicente, primeiro ele apalpa os meus seios. Suas mãos deslizam para dentro do pijama e sinto um arrepio com o toque de sua mão.
Então, ele começa a massagear os meus seios e logo sou surpreendida quando sinto sua boca.
— Oh... — arfo.
Vicente estimula meus seios e sinto-me vulnerável.
— Já está bom... — falo com dificuldade.
— Shiu! — Vicente tampa a minha boca com a mão — A carta dizia que eu poderia fazer o que eu quiser.
Com a mão livr