Sabrina
A manhã transcorria normalmente na matriz do Grupo Blackwood.
Funcionários cruzavam os corredores carregando pastas e tablets, telefones tocavam em salas fechadas e o som constante dos teclados preenchia o ambiente com a eficiência habitual de uma empresa daquele porte.
Nada parecia diferente.
Mas eu sabia que, antes do fim do dia, algo mudaria.
A fotografia estava sobre a minha mesa exatamente onde eu a havia deixado.
Não dentro de uma gaveta.
Não escondida entre documentos.
À