Isabella acordou gritando.
O grito ecoou pelo loft vazio de Dante como se as paredes de tijolo exposto tivessem absorvido o som e o devolvido mais alto, mais cru. Ela sentou na cama de repente, o lençol preto grudado no corpo suado, coração batendo tão forte que parecia querer sair do peito. O pesadelo ainda estava vivo na mente dela, imagens fragmentadas que se repetiam como um filme em loop infinito: Dante amarrado a uma cadeira de metal enferrujado, sangue escorrendo do canto da boca, olho e