Isabella acordou antes do despertador — 6h12 da manhã, o sol ainda tímido atrás das cortinas finas. Pela primeira vez em meses, não havia peso no peito ao abrir os olhos. Não era felicidade plena, mas era ausência de caos. O apartamento estava silencioso, limpo, organizado. Ela havia passado a noite anterior reorganizando tudo: roupas dobradas por cor, livros empilhados na estante, cozinha vazia de pratos sujos. Pequenos rituais que pareciam bobos, mas que gritavam controle — o controle dela, n