Isabella estava no terceiro dia de silêncio absoluto. O apartamento já não parecia um campo de batalha emocional — era um espaço dela, pequeno, simples, mas seu. Pela manhã ela trabalhava no laptop, aceitando jobs pequenos de freelance que pagavam o suficiente para as contas. À tarde caminhava pelo bairro, comprava frutas no mercadinho da esquina, tomava café com Débora. À noite lia ou assistia séries leves, sem romance pesado. O celular ficava no modo não perturbe, com exceção de contatos esse