37- SADIE

A casa dele ainda cheirava a sabonete e café. Um cheiro limpo, familiar, quase íntimo demais para alguém que eu estava tentando encarar com racionalidade. Tudo ali parecia simples e acolhedor, tons neutros, móveis de madeira clara, nada excessivo. A cara do Alec.

Sentei no sofá e ajeitei o casaco no colo como se fosse uma armadura improvisada. Um gesto pequeno, automático, para me proteger da avalanche emocional que eu sabia que vinha.

Ele ficou encostado no batente da porta por um instante, os
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