O sol da manhã atravessava as cortinas do apartamento, iluminando os corpos ainda próximos na cama. Diogo estava sentado, olhando pela janela, mas a mente não estava lá. Cada notícia, cada notificação, cada rumor que surgira desde a noite anterior martelava na cabeça dele.
— Bom dia — disse Melina, sentando-se na beira da cama, ainda enrolada no lençol.
— Bom dia — respondeu ele, sem se virar completamente. — Dormiu bem?
— Melhor do que esperava — ela admitiu, sorrindo levemente. — Mas… o mundo