E então, sem perder mais tempo, corremos juntos para o hospital. Dez minutos depois, eu já estava lá. Meu coração martelava no peito conforme subia apressada até o quarto onde minha irmã estava internada. No hall, meu pai e Merrick ficaram esperando, me dando espaço para vê-la primeiro. Meu pai parecia radiante, um sorriso largo e aliviado no rosto, e Merrick, mesmo tentando se manter neutro, não conseguiu esconder o brilho de esperança nos olhos.
Quando entrei no quarto, encontrei Lily acordada, olhando ao redor como se tudo fosse novidade para ela. Ela parecia pálida e um pouco grogue, o efeito dos analgésicos ainda era visível. Seus olhos pousaram em mim, e por um breve segundo, parecia que era nossa primeira vez.
— Lily… Meu Deus… Você está mesmo aqui. Acordada. Viva. Depois de tanto tempo...
Ela piscou algumas vezes e então olhou fixo em mim, com um sorriso fraco nos lábios secos. — Emma... é você de verdade?
Não me segurei. Corri até a cama e a abracei com toda a força que pude