Eu ando pela frente da casa de um lado para o outro, eu tenho medo do que posso encontrar lá dentro, das respostas, de tudo.
— Por favor, Paulo… — eu falo fechando os olhos. E quando eu os abro, vejo a porta da casa abrindo, era uma mulher alta, morena e bem-vestida.
Ela mexia em seu celular enquanto andava em direção ao carro azul.
— Bom dia — eu falo mais alto e aquela mulher me encara, com pânico em seu olhar.
— Bom dia, como posso ajudar? — ela diz caminhando em minha direção.
— Acho que po