Volkan permaneceu imóvel diante da janela, segurando a xícara entre os dedos enquanto observava a chuva fina começar a cair sobre o jardim da mansão. O silêncio entre ele e Aslı não era desconfortável — era pesado. Um silêncio cheio de culpa, medo e perguntas sem respostas.
Aslı apoiou a cabeça em seu ombro por alguns segundos, tentando transmitir calma apenas com a presença.
— Olhe para mim.
A voz dela saiu baixa, mas firme.
Volkan fechou os olhos antes de obedecer. Quando finalmente a encarou