A voz de Ana tremia ao falar. O motorista, sem ousar perguntar mais, apenas acelerou o carro ao máximo. No entanto, para Ana, ainda parecia lento demais. Ela continuava a pressionar impacientemente, e seu rosto pálido adquiriu um tom vermelho anormal, tornando-se ainda mais sinistro.
Assim que o carro parou, Ana abriu a porta e saiu correndo. O motorista então percebeu que ela nem havia pago, mas, vendo o estado dela, decidiu não segui-la para cobrar e partiu.
Embora Ana estivesse fraca, ela cor