DAIANA HEZERA NÚNEZ
Olhava para as árvores que ficam para trás, a cada minuto que passava eu gostaria de me sentir como as árvores com as suas raízes precisa, no solo recebendo todos os nutriente necessários para para sua sobrevivência assim como eu receberia dos meus pais, mas ao mesmo tempo são livres, o sugiro de angústia e tristeza sai dos meus lábios e chama a atenção dele, que diz com a sua voz grave e ácida:
- Espero que a cabeça do Einstein não esteja a maquinar uma forma de fugir, por