Esse gesto despertou em mim um turbilhão de emoções. Afinal, havíamos prometido que não soltaríamos a mão um do outro, independentemente do que acontecesse no sétimo andar ou fora dele.
— Eu nunca te dei motivos para desconfiar de mim. Já ela... — eu disse, referindo-me à Cassandra. — Por que acreditar nela? Por que não me perguntou?
— Eu não sei! A dor que senti só de imaginar te perdendo... — ele confessou, jogando-se no sofá. — Estou cansado de ser sempre trocado, de ser abandonado.
— Eu n