Eu estava decidida a ficar longe dele, então precisava me sair bem; tinha certeza de que, se eu falhasse, ele não desistiria de ir todas as manhãs até minha casa para me fazer dirigir.
Liguei o motor e saí. Deixei o carro morrer algumas vezes em umas subidas, mas nada muito sério. Na verdade, percebi que sentia falta daquilo. Ele me auxiliou em alguns momentos de tensão e me relembrou algumas regras de trânsito. Chegamos ao hospital e, na hora de estacionar, eu travei.
— Para frente eu sei ir