Permaneci calada. Eu estava certa do que fazer assim que ele parasse o carro: sairia de perto dele, ligaria para o meu pai e nunca mais o veria. Como eu não havia notado que ele podia ser um idiota? Peguei meu celular e comecei a discar o número do meu pai, mas ele tomou o aparelho da minha mão.
— Nós vamos conversar. E chega de envolver sua família nos seus problemas!
— E você, chega de agir como se todos fossem como a sua família! — respondi, pegando o celular de volta com firmeza
Estávamos