Rafael puxou o gatilho.
O estalo foi seco.
Mas o tiro não veio.
O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor.
Rafael olhou para a arma, confuso. Tentou puxar o gatilho de novo. Nada.
- Droga… - murmurou, os olhos ainda vidrados.
Os seguranças não hesitaram dessa vez.
Eles avançaram, imobilizando Rafael em segundos. A arma caiu no chão, e ele foi jogado contra o carro, os braços torcidos para trás, o rosto pressionado contra o capô quente.
- Não toca em mim! - ele gritou, se debatendo. - Vocês não