A mansão estava silenciosa quando Dante finalmente atravessou a porta.
O relógio na parede do hall marcava bem depois da meia-noite, os ponteiros quase se encontrando no escuro. A lua alta banhava o mármore do chão com uma luz fria, criando sombras longas que se estendiam pelos corredores vazios.
Dante fechou a porta atrás de si com um cuidado que não combinava com o cansaço que carregava nos ombros. O terno estava amassado, a gravata frouxa, o cabelo ainda mais desalinhado do que de manhã. As