Ela girou a maçaneta.
Mas a porta não se abriu.
Uma mão grande e pesada surgiu acima da dela, pressionando o metal contra o batente com força suficiente para impedir qualquer movimento. Lorena sentiu o calor dos dedos de Dante sobre os seus, a respiração dele agora mais próxima do que ela imaginava.
- Calma - disse ele, a voz mais baixa, quase rouca. - Eu ainda preciso de você para arrumar essa confusão.
Lorena virou o rosto lentamente. Ele estava ali, perto demais, os olhos fixos nela com uma