O celular vibrava no bolso de Lorena, mas ela não conseguia alcançá-lo.
Rafael a mantinha presa contra o colchão, o peso do corpo impedindo qualquer movimento real. A boca dele insistia, descendo pelo pescoço - lábios, dentes, respiração quente, tudo aquilo que um dia já tinha significado intimidade… agora era insuportável, errado, repulsivo.
Lorena virou o rosto, tentando escapar, o corpo reagindo com rejeição a cada toque.
- Rafael… para…
Ele não parou.
A boca subiu até a orelha dela, mordend