Capítulo 619
Algumas garotas que passavam por ali viram a cena e rapidamente correram para ajudá-la a se levantar, enquanto outras pegaram o guarda-chuva que havia caído.

— Você está bem?

Diante da preocupação das estranhas, que a observavam, Marília, sentindo dor, forçou um sorriso:

— Obrigada, estou bem!

As duas garotas precisavam pegar o ônibus e, por isso, devolveram o guarda-chuva e a bolsa para ela antes de se afastarem.

O celular de Marília na bolsa começou a tocar. Ela o pegou e atendeu. Do outro lado, o motorista, visivelmente impaciente, gritou:

— Cadê você? Como assim ainda não chegou? Não tem como estacionar aqui, se eu não for embora agora, a polícia vai chegar e me multar...

— Desculpa, já estou indo.

Marília desligou o telefone e, em seguida, atravessou a calçada. Logo encontrou o carro branco e abriu a porta de trás.

O motorista, que estava prestes a reclamar, ao vê-la toda desarrumada, engoliu as palavras. Ele pegou o pacote de lenços que estava à sua frente e o jogou em sua direçã
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