— Não quero ver você! — Marília pegou o cartão do quarto e abriu a porta.
Quando entrou, se virou, com um semblante frio e impassível, e disse:
— Não estou com paciência para te receber, não me irrite, entendeu? — Depois, com um gesto decidido, fechou a porta.
Assim que entrou, largou a bolsa sobre a mesa, jogou-se na cama, o corpo e a mente pesando sobre ela. Pensava no que havia acontecido desde a noite passada até aquele momento; ela estava sozinha novamente.
Essa realidade girou em sua cabeç