O silêncio que seguiu a declaração de Cael era quase insuportável. Nenhum dos presentes ousava se mover, como se a respiração de todos estivesse suspensa, esperando a próxima explosão.
Isadora ainda estava de pé, o olhar preso ao rosto do irmão recém-descoberto. Era como se os anos de dor e perguntas finalmente tivessem um nome, um rosto — e agora, uma escolha.
— Cael… — ela sussurrou, dando um passo à frente. — Eu sei que tudo isso é demais. Mas, se me der uma chance… se vier comigo, eu posso