O comércio da fronteira pulsava como um organismo recém-desperto. As marcas da Revolução ainda estavam presentes ,não apenas nas fachadas castigadas pelo tempo e pela pólvora, mas no modo cauteloso com que as pessoas caminhavam, negociavam, observavam umas às outras. Ainda assim, a vida insistia em florescer entre ruínas e esperanças.
As ruas de chão batido fervilhavam. Carroças rangiam carregadas de mantimentos, sacas de grãos, tecidos vindos da capital e objetos trazidos de além-fronteira.