A campainha toca e, apesar da minha condição, corro um pouco. Minha vista embaça ao abrir a porta e ver minha mãe com lágrimas nos olhos e as mãos juntas, me olhando com desesperança. Seu olhar cai sobre a minha barriga saliente, e seus olhos se arregalam.
— Mãe!
— Então é verdade? Emily…
Ela dá um passo à frente, hesitando antes de me envolver em um abraço apertado. Seu toque é quente, mas há uma sensação subjacente em seus braços, como se estivesse tentando compreender a situação mas nada con