A mulher permaneceu imóvel dentro do carro.
Seus olhos não se afastavam da varanda da Mansão Castellani.
Helena conversava com Enzo.
Sorria.
Um sorriso que ela conhecia.
As lágrimas escorreram silenciosamente.
— Você cresceu...
Sussurrou.
Mas antes que pudesse abrir a porta do carro, um telefone tocou.
Ela atendeu.
— Encontrou a garota?
A voz masculina era fria.
Ela continuou olhando para Helena.
— Sim.
— Então faça o que precisa ser feito.
Ela apertou o celular com força.
— Eu não vou machucá-